O secretário Eduardo Diogo e o orientador de Célula da SEPLAG, Régis Albuquerque, durante a reunião com os representantes do BNDES Sava Hoffmann, Tomás Rudge, Ricardo Mesquita e Márcio Gold
O secretário Eduardo Diogo e o orientador de Célula da SEPLAG, Régis Albuquerque, durante a reunião com os representantes do BNDES Sava Hoffmann, Tomás Rudge, Ricardo Mesquita e Márcio Gold

Na Sede do BNDES, reunião detalha operação multissetorial

29 de setembro de 2014

O secretário do Planejamento e Gestão, Eduardo Diogo, participou de reunião na sede do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), no Rio de Janeiro, na segunda-feira, dia 29 de setembro. A pauta do encontro foi a protocolização e discussão de nove projetos a serem inseridos no Plano de Investimentos financiado pela operação de crédito BNDES Estados, no valor total de R$ 713 milhões. Os projetos contemplam investimentos nas áreas de transporte metroferroviário, infraestrutura e logística, recursos hídricos, esporte, educação e saúde. Serão cofinanciados importantes empreendimentos como o Centro de Formação Olímpica, Escola de Hotelaria e Gastronomia, entre outros.

Participaram também da reunião o gerente do BNDES, Tomás Rudge, a assessora jurídica, Sava Hoffmann, o engenheiro e assessor técnico da Área de Infraestrutura Social do Departamento de Saneamento Ambiental, Ricardo Mesquita, o economista Márcio Gold Firmo e o orientador da Célula de Captação de Recursos da SEPLAG, Régis Albuquerque.

O BNDES Estados tem o objetivo de apoiar a formulação e a implantação de programas de desenvolvimento integrado dos estados brasileiros e do Distrito Federal, priorizando as seguintes linhas: desenvolvimento regional e socioambiental; Redução de desigualdades regionais e sociais, em bases sustentáveis; Promoção do trabalho e renda; Melhoria da cobertura e da qualidade dos serviços públicos prestados à coletividade; e desenvolvimento institucional e modernização da gestão dos entes federados.

O Estado do Ceará tem outra operação multissetorial. É o Proinvest, no qual foram firmados dois contratos, um com o BNDES e outro com o Banco do Brasil, no valor total de R$ 1 bilhão e 89 milhões. O primeiro, de R$ 250 milhões, foi utilizado para refinanciamento do saldo devedor do PEF I e PEF II. O segundo, no valor de R$ 838 milhões, teve como destino o financiamento de despesas de capital constante no Plano Plurianual de 2012-2015.