Post Zuckerberg

The $3-billion visit to the Hill *** A visita de US$ 3 bilhões ao Congresso

11 de abril de 2018

As per Bloomberg, Facebook CEO Mark Zuckerberg’s visit to the Hill made him recover three of the $8 billion he had lost since the beginning of the Cambridge Analytica scandal. I stress this figure to make clear that this was all about money. And also power, which leads to money. I mean, it was about this cycle—either virtuous or vicious, you decide.

I would not say that the data collection is a red herring, but it is not the ultimate objective per se. The use of the collected data generates billions to FB, because it allows FB to show ads to the “right people.” In addition to the financial aspect, there is a political side.

In this context, the content review is much more critical. Although Zuckerberg wisely vows that FB is “a platform for all ideas,” he is the sovereign ref of the game—which is being played by over two billion people on Earth. Namely, he is the guy who understands and defines the minutiae of FB’s inscrutable algorithm.

To sum it all up, (a) the above represents the heart of FB’s business model, so therefore an effective self-regulation might be a pipe dream; and (b) the main takeaway of this whole thing is that Zuckerberg’s power is not huge, it is unfathomable!

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De acordo com a Bloomberg, a visita do CEO Mark Zuckerberg ao Congresso fez com que ele recuperasse três dos oito bilhões de dólares que havia perdido desde o início do escândalo da Cambridge Analytica. Eu enfatizo esse número para deixar claro que isso foi tudo por dinheiro. Bom, e também poder, o que leva ao dinheiro. Em suma, foi sobre esse ciclo – virtuoso ou vicioso, você decide.

Eu não diria que o problema da coleta de dados é usado apenas como distração, mas ela por si não é o objetivo final. O uso dos dados coletados gera bilhões de dólares para o FB, porque permite que o FB mostre propaganda às “pessoas certas”. Contudo, além do aspecto financeiro, há também um lado político.

No contexto político, a revisão de conteúdo é muito mais crítica. Embora Zuckerberg, sabiamente, prometa que o FB é “uma plataforma para todas as ideias”, ele é o árbitro soberano do jogo – que está sendo jogado por mais de dois bilhões de pessoas na Terra. Ele é o cara que entende e define as minúcias do algoritmo inescrutável do FB.

Em resumo: (a) o acima representa o coração do modelo de negócios do FB, portanto, uma auto-regulação eficaz parece ser um sonho vazio; e (b) a principal lição de toda essa história é que o poder de Zuckerberg não é enorme, é incomensurável!