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“Devemos Aprender a Viver Juntos Como Irmãos, Ou a Morrer Juntos Como Tolos”.

7 de outubro de 2018

Muitas vezes sentimos algo profundamente, mas não há como traduzir em palavras.

Se eu infantilmente me atrevesse a fazê-lo, descreveria como um ensurdecedor silêncio na alma, impregnado com uma deliciosa e controlada expectativa. Sim, porque “hoje é a semente do amanhã”.

E quando um povo sabe exatamente o que não quer, é bem mais simples lidar com a bendita certeza do incerto e não sabido. É mais simples “não se desesperar, nem parar de sonhar”. É mais simples “nascer sempre com as manhãs”. É mais simples ter “fé na vida, fé no homem, fé no que virá”.

Isso tudo simplesmente porque juntos “nós podemos tudo, nós podemos mais”.

Quando um povo sabe exatamente o que não quer, e calorosamente acolhe a bendita certeza do incerto e não sabido, gera legado para suas próximas gerações. Não apenas por meio do conhecimento da experiência, mas também pela experiência do conhecimento.

Assim, as próximas gerações se tornam ainda mais beneficiadas. Felizardas. Abençoadas. E que bênção é para um povo ser positivamente determinante para suas próximas gerações. Que bênção é para um povo poder contribuir “pra que nossa esperança seja mais que a vingança; seja sempre um caminho que se deixa de herança”.

Herança não para brancos; não para negros; não para índios; não para pobres; não para ricos; não para homens; não para mulheres; não para partidos… Mas herança para inteiros. Herança para a Nação Brasileira. Para que se torne Una, Pujante e Feliz!

EDUARDO DIOGO